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investidorderisco
Administrador
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Re: Ações

investidorderisco
Administrador
Pessoal, para iniciar os trabalhos deste tópico (e ainda sem entrar em muitos detalhes) cito um critério simples porém primordial para iniciar uma carteira de ações...

Antes de tudo é preciso definir o percentual da carteira que deve ser destinada ao mercado de ações, levando em consideração perfil de risco, objetivos do investimento e cenário econômico...

No meu caso, perfil de risco moderado e objetivos de longo prazo, o cenário econômico é a variável principal para a definição... Desta forma, minha carteira de ações varia de 5% a 15% da carteira global de investimentos, conforme cenário atual e expectativas futuras...

No momento (já há alguns anos) estou com 5% da carteira no mercado de ações... Agora pretendo aumentar gradativamente esta posição (através de aportes mensais e posteriormente movimentação da carteira) de forma a atingir primeiramente 10% da carteira... Ao chegar neste patamar decido se mantenho  o incremento até os 15% ou se paro por aí a expansão...

E vocês, como definem quanto aportar em ações?
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Re: Ações

junior
Primeiramente, gostaria de avisar que sou principiante e tenho inúmeras duvidas

Penso que o investimento em ações tem haver sim com o  perfil de cada um, mas acho que o cenário econômico tem grande peso na definição dos investimentos.
No momento atual, apesar de minha carteira não esta assim, acho que aquele calculo:

Idade que pretende aposentar-Idade Atual= ao percentual que deve investir em ações

Não se estou falando bobagem, por favor me corrigia.
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Re: Ações

leandro
I.R, uma dúvida que estou. FII ou ações no momento atual ou ambos?
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Re: Ações

Alfa
Em resposta à esta mensagem postada por junior
Junior e I.R.,

gostei das análises.
Com relação à essa fórmula citada sempre fiquei pensando sobre ela. Conclui que isso é muito relativo e não pode ser considerada sempre verdadeira. A alocação de ativos na carteira depende da macroeconomia e dos objetivos dos investidores.

Um investidor que é funcionário público poderia ter uma carteira com maior parte em ações, enquanto um profissional liberal tende a ter mais RF e menos ações.

O que vocês pensam disso?

Abraço
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Re: Ações

Jason
Depende muito da fase de vida que a pessoa esta.A meu ver existe duas fases importantes do trabalho de qualquer profissional que busque a independência financeira,independente se e funcionário publico(com certa estabilidade) ou profissional liberal:

1ºfase: é quando seu ganhos são quase iguais aos seu gastos.Sobra pouco para investir.

2º fase: e quando ,seja por maior estabilidade,melhora salarial,promoção ou melhor controle dos gastos,você começa a ter um dinheiro sobrando sempre ao final do mês.No qual você vai formar o colchão de urgência.

Nesse momento,da segunda fase que é o x da questão.
Por que digo isso,pois essa idade na qual você consegue formar o colchão de reserva indicara quanto você poderá alocar em ações.O valor alem da reserva de urgência deve seguir essa formula.

Isso tudo são conclusões minhas e que estou tentando seguir
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Re: Ações

Alfa
Também faz sentido Jason.
Valeu!
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Re: Ações

linelson
Em resposta à esta mensagem postada por investidorderisco
Tenho 5% da minha carteira em renda variável e pretendo aumentar depois que o Brasil perder o Grau de Investimento.

Já tenho ITSA4 e estou de olho em NATU3, Cetip e Kroton seguindo as recomendações da empiricus.
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Re: Ações

linelson

Por que todos acham que o fundo do poço ainda não chegou?

Por Roberto Altenhofen
01/10/15

00:06 - Por que todos acham que o fundo do poço ainda não chegou?
 
Longa matéria do Valor hoje afirma: a “correção na Bovespa ainda não acabou”. Analistas ali citados formam consenso de que a Bolsa brasileira ainda não teria ficado suficientemente barata.
 
Por que ninguém afirma que a Bolsa atingiu o fundo do poço?
 
Porque identificar topos e fundos, de fato, não pertence à capacidade humana.
 
Porque os analistas, economistas e todos os demais platônicos de estirpe semelhante apóiam-se, mesmo sem saber, na hipótese de ergodicidade...
 
Ou seja, acreditam que as séries financeiras preservam suas propriedades estatísticas ao longo do tempo. Assim, por construção, é impossível identificar as quebras estruturais, as mudanças de tendência.
 
Ora, se o argumento predominante fosse de que o fundo do poço chegou, e a hora é de comprar Bolsa, por óbvio isso estaria nos preços, não?
 
E assim não teríamos mais a tal tendência declinante da Bolsa, para tentarmos inferir se o fundo do poço chegou ou não.

 
 
01:15 - O que é mais provável?
 
Num cenário como esse, tudo que você tem a fazer é comprar barato sob uma perspectiva histórica abrangente, tentando certificar-se de que as surpresas estão do lado positivo.
 
Todos formam suas percepções sobre ativos financeiros com base na informação disponível. Esquecem-se, porém, que essa já se encontra incorporada aos preços. E o que formará preço, à frente, será justamente a informação não disponível.
 
O próximo movimento de longo prazo em Bolsa sempre será maior do que podemos supor. Como heurística, admita que o Ibovespa pode dobrar ou cair pela metade em seu próximo movimento.
 
É mais provável termos o índice a 22,5 pontos ou a 90 mil em cinco anos?

 
 
02:23 - Por que a reforma ministerial reforça a tese da virada de mão?
 
A presidente Dilma acaba de formar o pior ministério da história brasileira. Colocou o baixo clero do PMDB no governo, como forma de agradar todas as alas do partido e tentar recuperar alguma governabilidade.

Tem a cara do governo Sarney. E isso já nos remete à inflação, que deve ser quem fará o ajuste fiscal pra gente.

Inflação incha o preço dos ativos e as ações podem ser também um seguro contra a disparada dos preços. Para preservar seus indicadores de valuation, os preços precisam subir.

Pense na tradicional relação Preço sobre Lucro, hoje em 10x, em leve desconto em relação à média dos últimos cinco anos - depois de muito tempo viemos abaixo da média recente, mas isso nem vem ao caso.

Para que a empresa lucre a mesma coisa em termos reais, os lucros precisam acompanhar a inflação. Logo, o denominador dessa razão está subindo ao longo do tempo num cenário inflacionário. Portanto, para que a relação de 10x seja preservada, os preços também precisam crescer.

Ou seja, sem crescimento de lucros e sem re-rating, a Bolsa precisaria subir 10% em 2015. Estamos devendo cerca de 20%.

Nada mal para um rali de fim de ano.

E ideal para construir riqueza de longo prazo com as 4 oportunidades de uma vida.
 
 
03:07 - As 7 maravilhadas do mundo (sqn)
 
O apresentador norte-americano Jim Cramer, da CNBC, listou o que considera os sete pilares de fraqueza do mundo atual.

Sem estas questões resolvidas, não teremos base de sustentação para uma retomada consistente dos mercados e economias globais:

1) As ações ainda precisam chegar em um nível que torna-se ridículo vendê-las


2) O Federal Reserve precisa remover a incerteza relacionada à taxa de juro dos EUA
3) Os riscos de Volkswagen, Petrobras e Glencore precisam ser resolvidos
4) O dólar precisa se estabilizar


5) A produção industrial chinesa precisa crescer

6) O setor energético precisa se estabilizar


7) As projeções de lucros corporativos, elevadas, precisam ser reduzidas

Com uma dívida de meio trilhão de reais, em meio a um dos maiores escândalos de corrupção da história e detentora da maior dívida corporativa do mundo, o “orgulho” nacional virou ameaça sistêmica.
 
 
03:45 - Inversão de papéis
 
Para ter uma ideia do tamanho do problema da estatal, hoje Petrobras paga juros mais elevados do que a russa Rosneft, por exemplo, que nunca conseguiu captar dívida de loooongo prazo (sua dívida mais longa vence em 2024, enquanto a brasileira possui títulos com vencimento em 2044 e até Century bonds).
 
Rosneft, inserida em contexto (russo) de governo totalitário, guerra civil e sofrendo sanções comerciais de algumas das principais economias do mundo, paga 7% de juros para conseguir emprestar dinheiro, enquanto a Petro não está conseguindo captar oferecendo quase 13% em dólares (vide a dificuldade de colocar a sua oferta de debêntures).
 
Para ter uma ideia da velocidade de deterioração desse quadro, vale destacar que um ano atrás o retrato era rigorosamente o oposto:
 

Fonte: Empiricus
 
 
04:26 - O risco de contágio
 
Mas voltando ao tamanho do problema que Petrobras se tornou...
 
Em M5M dessa semana comentei como o escândalo das fraudes na avaliação de emissões da Volkswagen pode impactar o setor e a economia alemã como um todo, pelo tamanho de suas provisões de perda e o seu peso na economia local.
 
E como o desdobramento disso pode ser extremamente prejudicial à União Europeia, tendo em vista que uma economia alemã com queda de arrecadações e diante de potencial recessão técnica naturalmente não tem o mesmo punch para resgatar vizinhos problemáticos.
 
A Petro estava equiparada à Volkswagen na lista do Cramer, e tem motivos para tal.
 
Há, sim, risco sistêmico (de espraiamento para outras esferas da economia) e risco crescente de iliquidez para Petrobras no curto prazo, ainda que não haja risco relevante de quebra da empresa...
 
Explico.
 
Em dezembro passado foi anunciado que Petrobras negociava ajuda do governo para lhe fornecer empréstimo de R$ 7 bilhões, em engenharia financeira que envolvia a Eletrobras.
 
E sabe quem são os maiores detentores de dívida da Petrobras?
 
Caixa e BB.
 
Hoje, a imprensa deu que Petrobras chegou a um acordo sobre uma dívida por R$ 4 bilhões com o Banco do Brasil.
 
Segundo a Folha, a ideia da companhia teria sido substituir dívida antiga denominada em dólares em prazo curto por uma de um prazo mais longo denominada em dólares, aliviando o fluxo de caixa e o descompasso do balanço da Petrobras (dívida dolarizada versus receitas em reais).
 
Lembrando que o BB já é o maior credor da Petro, que por sua vez é a companhia mais endividada do mundo.
 
Bom para todos?
 
É bom para Petrobras, mas é bom para o BB?
 
Se o BB vai salvar a Petro, quem vai salvar o BB?
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Re: Ações

Orlando
O que acham de GOLL4 e BBAS3? Longo prazo, 2 anos..
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Re: Ações

Jason
Sobre a GOLL4 não tenho nada a dizer pois não faz parte de minha carteira,mas a BBAS3 e uma ação boa(até o momento) dependendo qual seu objetivo na bolsa,pois na bolsa mai s que em qualquer investimento tudo e relativo(rsrsrs).Tenho ela na minha carteira,pois a minha carteira tem como primeiro objetivo dividendos.


Mas agora queria saber a opinião de vocês sobre a PETR4? e hora de investir nela?Sera que ela vai voltar  ter periodo de altas?Se sim quando?
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Re: Ações

Alfa
Jason,
você confia na administração da petrobras? Sempre tenho pé atrás com eles.

Outra coisa, como você começou a montar sua carteira de dividendos? Pode contar um pouco sobre como escolhe suas ações?

Valeu!
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Re: Ações

Ricardo#4
Em resposta à esta mensagem postada por Jason
  Não tenho a pretensão de ser dono da verdade, mas não gosto de investir em estatais. Além das incertezas da economia, elas podem ser (e frequentemente são) geridas também por aspectos políticos. A não ser que você compre PETR4 pra entrar no mercado de opções.
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Re: Ações

hspedreiro
Em resposta à esta mensagem postada por investidorderisco
Boa iniciativa, IR.
Ainda não tenho verba para investir em ações, mas vou acompanhar o fórum p/ aprender com os mais experientes.
Vocês acham que R$5.000 é uma quantia razoável para investir em ações? É melhor acumular R$10.000 ou começar a investir em fundos de ações?
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Re: Ações

Alfa
Pessoal,
o que dizer sobre os ETFs?
Fico pensando se seria legal e interessante que a minha carteira de ações só tivesse ETFs. Neste caso, eu teria gastos, ganhos e riscos medianos. O que vocês acham?
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Re: Ações

LuizA
Em resposta à esta mensagem postada por Jason
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Re: Ações

LuizA
Em resposta à esta mensagem postada por Jason
Como não pertenço a nenhum dos grupos abaixo, invisto em açoes desde 1983.
1) Funcionários públicos que se aposentarão com o salário integral e cujos orçamentos domésticos caibam “dentro” dos seus proventos;
2) Pessoas que herdarão grandes somas no futuro de seus ascendentes, descendentes ou colaterais cujos valores suportarão seus gastos ao longo da aposentadoria;
3) Pessoas que se retirem pelo INSS e consigam gastar menos do que suas aposentadorias. Lembrando que o teto do INSS é R$ 3.916,20;
4) Aposentados que gastam mais do que suas aposentadorias, mas que tenham alguém – filhos, sobrinhos, amigos – que suporte seus gastos extras;
5) Os felizardos ganhadores de grandes somas em jogos de azar – loteria, megasena etc;
6) Aqueles que morrerão antes de se aposentarem (acredito que ninguém queira fazer parte dessa turma).

Comecei investindo 5 %.
Cheguei a ter 20% em açoes, porque as açoes valorizaram-se.
Hoje estou com 13% pois as açoes perderam valor de 2010 até a presente data.
Mas sempre estive "investido". Há estudos técnicos, nos quais acredito, que mostram que para os "não profissionais" ( onde me incluo) é muito difícil adivinhar fundos e topos e fazer "timing_to_market".
Se o investidor pratica "timing-to-market", há alta probabilidade de perder os melhores  dias de alta do mercado e perder quase toda a rentabilidade da carteira no longo prazo.
Porém, faço rotação do portfolio, de acordo com as condições macro-economicas.
Outro ponto importante: metade do valor investido em ações foi/é feito por meio do fundo de pensão das empresas onde trabalhei, optando pelo perfil de investimento que aplica até 30% do saldo em ações.
Os gestores do fundo de pensão são profissionais ( credit suisse, itau, ....) e tem muito mais competência que eu, e prestam contas mensalmente das estratégias de alocação do portfolio.
A outra metade do meu investimento em açoes, invisto por conta própria.
Esta e minha história particular. Cada investidor tem a sua.
Acredito que o mercado esteja chegando próximo de uma virada, mas não é possível saber quando exatamente. O que sei, pela história desde 1983, é que um belo dia, sem aviso, dispara para cima, e quem está fora, perde o timing, pois até se convencer de que vai realmente subir , perde tempo precioso, e neste interim a bolsa sobre 20....30%.
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Re: Ações

investidorderisco
Administrador
Em resposta à esta mensagem postada por Jason
Bacana este resumo... adiciono a este racional uma avaliação do cenário econômico...
Mas vamos lá... considerando os recursos focados no longo prazo, minha opinião é:

1a fase: como há pouco dinheiro envolvido, sou favorável a arriscar mais, em busca de uma multiplicação inicial mais rápida... à medida que a carteira for crescendo deve-se adicionar investimentos mais seguro e maior diversificação...

2a fase: trata-se de um período de consolidação da carteira... neste ponto é importante utilizar estratégias bem definidas de alocação de ativos, tendo regras mais rígidas para a composição da carteira, sempre levando em consideração o perfil do investidor, os objetivos do investimento e os cenários da economia...

3a fase (independência financeira): a prioridade neste ponto é manter a segurança e a sustentabilidade da renda passiva originada dos investimentos... o foco é principalmente gerar renda, ficando a acumulação de patrimônio em segundo plano...

Em qualquer fase:
- É recomendado sempre manter um colchão de segurança que cubra pelo menos 1 ano de seus gastos
- É recomendado manter os investimentos com destino conhecido (filhos, casamento, troca de veiculo, viagem, compra de imovel, etc) em investimentos mais seguros e com liquidez condizente ao prazo para que ocorra o gasto planejado...

Jason escreveu
Depende muito da fase de vida que a pessoa esta.A meu ver existe duas fases importantes do trabalho de qualquer profissional que busque a independência financeira,independente se e funcionário publico(com certa estabilidade) ou profissional liberal:

1ºfase: é quando seu ganhos são quase iguais aos seu gastos.Sobra pouco para investir.

2º fase: e quando ,seja por maior estabilidade,melhora salarial,promoção ou melhor controle dos gastos,você começa a ter um dinheiro sobrando sempre ao final do mês.No qual você vai formar o colchão de urgência.

Nesse momento,da segunda fase que é o x da questão.
Por que digo isso,pois essa idade na qual você consegue formar o colchão de reserva indicara quanto você poderá alocar em ações.O valor alem da reserva de urgência deve seguir essa formula.

Isso tudo são conclusões minhas e que estou tentando seguir
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Re: Ações

investidorderisco
Administrador
Em resposta à esta mensagem postada por Alfa
Na independência financeira o ETF não é uma boa alternativa, já que estes não distribuem dividendos...

Mas faz todo sentido se o objetivo é acumular patrimônio e se você não tem tempo para acompanhar o mercado e nem pretende contratar um profissional para executar este serviço... O problema dos ETF's é que se empresas muito ruins fizerem parte do índice (pelo volume de negociação), você estará investindo nestas empresas também (mas com uma participação muito menor)... Por exemplo, por um bom tempo OGXP impactou o desempenho do Ibovespa, até que uma mudança de regras na composição tirou a empresa da carteira teórica do índice (no caso a regra é que empresas que valem menos de 1,00 não poderiam mais participar da composição do Ibovespa)...

De qualquer forma, eu sempre mantenho BOVA11 na minha carteira focada em acumulo de capital... as vezes BOVA11 tem uma participação relevante e as vezes esta participação é bastante reduzida...

Para quem ainda está zerado em ações e pretende se posicionar na bolsa nos próximos meses, BOVA11 é uma boa alternativa para iniciar fazendo compras parciais e formando um bom preço médio...



Alfa escreveu
Pessoal,
o que dizer sobre os ETFs?
Fico pensando se seria legal e interessante que a minha carteira de ações só tivesse ETFs. Neste caso, eu teria gastos, ganhos e riscos medianos. O que vocês acham?
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Re: Ações

investidorderisco
Administrador
Em resposta à esta mensagem postada por linelson
ITSA4 e CTIP3 são ótimas para o longo prazo... Recomendação praticamente padrão... Amplamente propagada pelo mercado... Mais a frente vou descrever como trato estas duas na minha carteira para que possamos debater...

NATU3 e KROT3 tenho minhas dúvidas...

A Natura vem perdendo participação de mercado ano após ano e a competitividade do setor é cada vez mais acirrada... Além disso cosméticos e perfumaria sempre é alvo do governo para aumentar impostos... Numa eventual e necessária reforma tributária, estes produtos devem ser onerados, abrindo espaço para desonerar alimentos, energia e demais produtos mais consumidos pela população mais pobre... A favor de Natura está o fato dela finalmente ter se rendido aos formatos mais modernos para comercialização de seus produtos... ao invés da venda de porta em porta, agora é possível realizar compras pela web, o que deve alavancar bastante as vendas... Mas para isso será necessário investir pesado em publicidade...

Kroton é uma incognita... O crescimento dos últimos anos se deu na maior parte em função do FIES... A farra acabou... Tenho dúvidas se o FIES voltará a ser parte importante do plano de governo no médio prazo... No curto prazo já deixou de ser há um bom tempo... Mas na minha opinião, o governo deveria voltar seus olhos para os ensinos fundamental e médio antes de voltar a fortalecer o ensino universitário...

Enfim, Natura e Kroton tenho mais dúvidas do que certezas... São empresas privadas que dependem das ações do governo para que o desempenho venha acima da média (Natura é menos dependente do governo, mas a reforma tributária é uma questão que não pode ser descartada)...


linelson escreveu
Tenho 5% da minha carteira em renda variável e pretendo aumentar depois que o Brasil perder o Grau de Investimento.

Já tenho ITSA4 e estou de olho em NATU3, Cetip e Kroton seguindo as recomendações da empiricus.
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